Enquanto arrumo tempo para re-postar as tirinhas da Preguiça, aí vai uma que não é minha, mas eu que traduzi no geradordememes.com:
Obsoleto! Que palavra maravilhosa! K7, vinil, caneta tinteiro! Quanta coisa empoeirada! Aqui despejo minhas tranqueiras, ideias, quadrinhos, etc. Junte-se ao entulho! Pode até ser divertido! e útil! Atchim!
quarta-feira, 29 de maio de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
De volta!!!
Opa! Quanto tempo! Já que estou correndo risco de alguém visitar meu blog (por acidente, curiosidade, azar, vai saber), vou voltar a postar! Aqui, um esqueminha que encontrei no site 9gag.com (ótimo site colaborativo de humor). Tamo de vorta!
* eu estudo, eu faço a prova, eu passo, eu esqueço o que aprendi
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Tirinhas dos outros
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
"Quem não sabe fazer, ensina" parte 2
Mais um exemplo como resposta contrária a esse ditado inadequado: Esperanza Spalding. O link leva ao seu site oficial. Além disso, dá pra pegar coisas no Google e via torrent também. Do balacobaco!
E o kiko?! Trecho do seu verbete na Wikipédia pra explicar:
E o kiko?! Trecho do seu verbete na Wikipédia pra explicar:
"Esperanza canta em inglês, espanhol e português. Tocou acompanhada por grandes nomes do jazz, como Pat Metheny, Joe Lovano, Michel Camilo e Donald Harrinson. Foi mencionada pela revista Down Beat como "a melhor baixista em ascensão". Compõe e leciona no Berklee College Of Music em Boston, sendo a mais jovem professora da instituição."
O grifo é meu. Deu pra entender, agora?!
Dá só uma olhada na performance da mulher:
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
"Quem não sabe fazer, ensina"
Este post é para agradecer a gentileza feita pelo meu irmão em seu blog, que postou um vídeo ensinando a fazer maionese. Antes, por e-mail, havia me enviado um vídeo do Chef Ramsey ensinando a fazer maionese com processador de alimentos. Depois, vi outro progama ensinando a fazer mais ou menos do mesmo jeito. Conversei com meu irmão por e-mail e telefone. Comprei um fouet (porque não tenho processador), fiz mostarda caseira e enrolei uns 3 meses até tentar fazer a maionese. Deu errado: força demais, claras misturadas às gemas e o negócio ficou com cara de sorvete de creme derretido. Contei a "proeza" pro CH e ele, gentilmente fez o vídeo em seu blog. Pra quem não viu, clique neste link. Ontem, arrisquei novamente e acertei! Ficou boa a danada! Daí, me veio a frase que o chef Ramsey falou para uma das candidatas do programa "Hell's Kitchen", uma professora de culinária que colocou açúcar em um risoto: "Sabe o que dizem sobre as pessoas que não sabem cozinhar no nosso ramo? Elas ensinam!" Este post é pra discordar dessa ideia frouxa, que existe em vários ramos profissionais (músicos, atletas etc.). Meu irmão sabe fazer e sabe ensinar. A diferença entre a maionese-sorvete-derretido e a maionese-beléz foi o professor.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Final feliz
Olá! Estou vivo! Estou vivo!
Hein?! Explico: saí com a Otsu ontem no final da tarde e 15 minutos depois estávamos quase em casa quando dei de cara com isso aí que tá na foto. Claro que não é esse rottweiler, mas é bem parecido. Virei a esquina e demorei alguns segundos para processar a imagem: aquele cachorrão de 40 kg que já latiu pra nós detrás de um portão estava ali, na rua, soltinho, soltinho. Quando me situei, já estava a uns 5 metros de distância dele. Bem, se detrás do portão o bicho já mete medo, imagine ali, face to face. A primeira vez que passamos na frente da casa e ele estava solto da garagem (nem sempre ele está lá), seus latidos cavernosos me congelaram a espinha. Da segunda vez, decidi fazer um duelo psicológico e fiquei uns 5 minutos parado, do outro lado da rua, esperando ele parar de latir. Demorou, mas parou e ficou até curioso ("Pô, não vai fugir não?!"). Depois disso, sempre que passávamos por lá ele já não latia, no máximo resmungava. Ontem o negócio foi mais emocionante. Assim que ele nos viu, parou, rabo levantado, durinho (dominância da braba). Eu, gelei: sigo em frente como se não estivesse acontecendo nada e morro dois segundos depois? ou volto como se não estivesse acontecendo nada e morro 5 segundos depois? ou fico parado aqui, mando a Otsu deitar e espero o bicho retroceder? Quem chutou C), acertou. Durante os 10 minutos que durou o perrengue ele não se aproximou, mas andou pela rua, parou do outro lado, sentou e ficou lá, olhando pra nós. Depois que uns 40% do medo tinham ido embora, resolvi me virar e dar a volta pelo outro lado do quarteirão, mais ou menos ao mesmo tempo em que ele se virava para cheirar o chão do outro lado. Cheguei em casa com o coração na boca e com mais uma história pra contar. Saldo da experiência: realmente, fugir não deve ser uma boa! Ser corajoso pode ser admirável, mas não conserva os dentes! Pelo sim, pelo não, ficar quieto na sua pode ser a melhor saída. E, no final das contas, não cedi espaço pra ele. Posso ter morrido de medo, mas até que não dei poder pro bicho (não avancei, mas também não recuei). Espero não ter que passar por isso de novo, mas acho que vai ser mais fácil (deusmelivre!).
Assinar:
Postagens (Atom)




